Cerca de 70% do lixo produzido no país estão em lixões ou em aterros controlados, chamados de lixões melhorados por serem áreas que dispensam a coleta e o tratamento do chorume.
Apenas 27,7% das cidades dispõem de aterros sanitários, segundo dados do Ministério das Cidades. Os aterros sanitários, se feitos de acordo com regras ambientais, evitam a contaminação do solo e de lençóis freáticos por resíduos do lixo.
Para
ele, a solução deve ser regionalizada, com serviços de gestão organizada por consórcios públicos.
“Temos recursos e queremos investir, mas o investimento será criterioso.
Queremos a garantia de que o dinheiro vai ser bem aplicado.”
A Política Nacional de Resíduos
Sólidos determina que a prioridade na gestão dos resíduos deixe de ser voluntária
e passe a ser obrigatória, prevendo a não geração, a redução, a reutilização, a
reciclagem e o tratamento.
A lei prevê ainda a adoção da
logística reversa, por meio de ações para coletar os resíduos sólidos e
devolvê-los ao setor empresarial. Inicialmente, a logística reversa engloba o
recolhimento de resíduos e embalagens de agrotóxicos; pilhas e baterias; pneus;
óleos lubrificantes; lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de
luz mista; e produtos eletroeletrônicos e seus componentes. (Ag. Brasil)

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