Isso aconteceu bem longe, na
Grã-Bretanha, e se configura num caso raro. Mas quero chamar a atenção do leitor
para a atitude adotada pela avó, já que a vida exige que estejamos sempre de sobreaviso
para a tomada de decisões importante. E, às vezes, de forma rápida.
Considero que a melhor maneira
de avaliar uma situação e aprender como agir é se colocar no lugar do outro, mesmo
que de forma hipotética. Deduzo, também, que quando algo chega ao nosso
conhecimento, como a notícia abaixo, nunca é à toa. No mínimo vem alertar para,
pelo menos, se pensar no que acontece aos outros, que também pode acontecer a
qualquer um de nós. Então, responda a si mesmo (a): Caso eu me depare com uma “parada’
dessas que atitude eu tomaria?
O menino britânico Stevie
Plavecz-Maples, de 4 anos, nunca comeu batatas fritas, nunca foi a uma piscina
e não pode nem mesmo tomar um banho de banheira. Seu
corpo não consegue processar certos alimentos e ele precisa usar um cateter
para diálise que o impede de entrar na água.
Mas sua vida pode ser completamente mudada graças à ajuda da
avó, Tracy, de 48 anos, que se prontificou a doar um de seus rins ao neto. Stevie
nasceu com um bloqueio na uretra que levou a uma doença renal crônica (DRC) em
estágio avançado. Seus rins pararam de funcionar, e sua única esperança de uma
vida normal é um transplante. Leia mais:

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