Em alguns municípios, a oposição diz que os atuais prefeitos são
laranjas e que quem comanda a prefeitura, de fato, são seus padrinhos, que
abriram mão da candidatura para não serem barrados pela Lei da Ficha Limpa. Em ao menos cinco cidades do país, foram nomeados para chefiar gabinetes
ou secretarias. Em outras sete, dão expediente na prefeitura e colaboram
informalmente.
Nas eleições, em pelo menos 33 cidades, candidatos que corriam o risco
de ser barrados pela Lei da Ficha Limpa desistiram em cima da hora e elegeram
filhos, mulheres e outros familiares.
Em alguns casos, seus nomes e suas fotografias continuaram sendo
exibidos nas urnas eletrônicas, mas os votos foram computados para as pessoas
que os substituíram como candidatos. Saiba mais:
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