sábado, 5 de abril de 2014

Criadora de campanha diz que erro do Ipea não desqualifica mobilização

A correção emitida nesta sexta-feira pelo Ipea (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas), afirmando que é menor (26%, e não 65%) a quantidade de entrevistados que concordaram com a ideia de que mulheres com roupas curtas merecem ser atacadas "desqualifica o Ipea, não nosso protesto", opina Nana Queiroz, criadora da campanha de Facebook "Eu não mereço ser estuprada".
"Isso porque 26% é uma porcentagem muito grande e vamos lutar até chegar a zero", diz Queiroz à BBC Brasil. "Na verdade não ficamos tristes, ficamos felizes, porque a sociedade está menos atrasada do que pensávamos."
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