A correção emitida nesta sexta-feira pelo Ipea
(Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas), afirmando que é menor (26%, e
não 65%) a quantidade de entrevistados que concordaram com a ideia de que
mulheres com roupas curtas merecem ser atacadas "desqualifica o Ipea, não
nosso protesto", opina Nana Queiroz, criadora da campanha de Facebook
"Eu não mereço ser estuprada".
"Isso
porque 26% é uma porcentagem muito grande e vamos lutar até chegar a
zero", diz Queiroz à BBC Brasil. "Na verdade não ficamos tristes,
ficamos felizes, porque a sociedade está menos atrasada do que
pensávamos."
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