O Estado Islâmico
(EI), grupo radical elevado à categoria de nova ameaça global, é conhecido pela
agressividade com que trata os adversários. Mas a crueldade de seus atos pode
ser explicada?
Nos últimos meses, o grupo tornou-se sinônimo
de brutalidade – decapitações, crucificações, apedrejamentos e genocídios
pautam as ações. Militantes enterram vítimas vivas e promovem todo tipo de
limpeza religiosa e étnica no Iraque e na Síria, onde atuam. Mas enquanto a
selvageria pode parecer insensível para a vasta maioria dos seres humanos
civilizados, para o EI trata-se de uma escolha racional. É uma decisão
consciente aterrorizar os inimigos, além de impressionar e cooptar novos
recrutas.
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