O
estudo foi publicado na revista científica Nature
Medicine. Na pesquisa, quatro macacos sobreviveram ao que teria
sido uma dose fatal do vírus ebola, cinco semanas depois de inoculados.
No
entanto, apenas a metade resistiu a uma infecção dez meses após a imunização. Os
sintomas incluem febre alta, sangramento e danos no sistema nervoso central. "A
parte boa dessa vacina é que, dentro de cinco semanas, a pessoa começa a ter
proteção integral", explica Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional
de Alergia e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos.
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