Sociólogo americano: EUA caminham para modelo brasileiro de identificação racial
Os critérios com que brasileiros e americanos se
identificam racialmente estão se aproximando, diz Reginald Daniel, professor de
sociologia da Universidade da Califórnia (Santa Barbara). Ele afirma que, aos poucos, os
Estados Unidos estão deixando para trás um modelo de classificação rígido e
binário, que enquadrava a maioria da população nas categorias branca ou negra.
Com a imigração latina e o crescimento de casamentos inter-raciais, cada vez
mais americanos se veem como multirraciais.
Já o Brasil, onde historicamente
vigora um modelo racial mais flexível, percorre o caminho inverso: cresce no
país o número de pessoas que se identificam como pretas ou negras e repelem
termos que designam grupos intermediários, como pardo ou mestiço. A tese está no livro Race and Multiraciality in
Brazil and the United States: Converging Paths? ("Raça e
multirracialidade no Brasil e nos EUA: caminhos convergentes?", em
tradução livre), escrito por Daniel após vários anos de pesquisa nos dois
países.
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