De
acordo com o TSE, as perguntas que foram apresentadas à Corte em meados de
dezembro "têm natureza técnica com diversos graus de complexidade".
Após
um período sem tocar no assunto, o presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a
questionar a confiabilidade do sistema eleitoral brasileiro através do uso das
urnas eletrônicas.
Em
uma live na quinta-feira passada (10), o presidente
afirmou que as Forças Armadas estavam aguardando as respostas do TSE sobre
"várias, dezenas de vulnerabilidades" que teriam levantados sobre o
sistema de votação.
Sem
mencionar Bolsonaro, o TSE afirmou que o pedido das Forças Armadas na Comissão de
Transparência Eleitoral foi protocolado próximo do recesso e que, após esse
período, o conteúdo começou a ser elaborado.
Em
uma tentativa para aumentar a comunicação e o tom amigável com os militares, o
ministro do Supremo Tribunal Eleitoral (STF), Alexandre de Moraes, convidou o
ex-ministro da Defesa, general da reserva Fernando Azevedo, para ser o
diretor-geral do TSE.
A
aceitação do convite por Azevedo bastou para que sua figura fosse colocada na
lista de "traidores" de Bolsonaro entre militares bolsonaristas da
reserva e auxiliares do Palácio do Planalto. "É o novo Santos Cruz",
disse um ex-colega de ministério. (JB/Ag. Brasil)de enviadas pelas Forças Armadas em meados de
dezembro. A pedido das forças, conteúdo do documento não foi divulgado
O Tribunal
Superior Eleitoral (TSE) divulgou nessa segunda (14) a informação de que enviou
às Forças Armadas um documento de 700 páginas com respostas sobre como funciona
o sistema de voto eletrônico. No entanto, a pedido das próprias Forças Armadas,
o conteúdo do documento não foi divulgado.
De
acordo com o TSE, as perguntas que foram apresentadas à Corte em meados de
dezembro "têm natureza técnica com diversos graus de complexidade".
Após
um período sem tocar no assunto, o presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a
questionar a confiabilidade do sistema eleitoral brasileiro através do uso das
urnas eletrônicas.
Em
uma live na quinta-feira passada (10), o presidente
afirmou que as Forças Armadas estavam aguardando as respostas do TSE sobre
"várias, dezenas de vulnerabilidades" que teriam levantados sobre o
sistema de votação.
Sem
mencionar Bolsonaro, o TSE afirmou que o pedido das Forças Armadas na Comissão de
Transparência Eleitoral foi protocolado próximo do recesso e que, após esse
período, o conteúdo começou a ser elaborado.
Em
uma tentativa para aumentar a comunicação e o tom amigável com os militares, o
ministro do Supremo Tribunal Eleitoral (STF), Alexandre de Moraes, convidou o
ex-ministro da Defesa, general da reserva Fernando Azevedo, para ser o
diretor-geral do TSE.
A
aceitação do convite por Azevedo bastou para que sua figura fosse colocada na
lista de "traidores" de Bolsonaro entre militares bolsonaristas da
reserva e auxiliares do Palácio do Planalto. "É o novo Santos Cruz",
disse um ex-colega de ministério. (JB/Ag. Brasil)
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