Contexto: Lançado em
janeiro, o Programa Nacional de Redução das Filas (PNRF) foi
uma das bandeiras dos primeiros 100 dias da terceira gestão de Luiz Inácio Lula
da Silva (PT).
Na
primeira etapa, a prioridade são as cirurgias eletivas, que são procedimentos
já marcados e sem urgência.
Pelas
regras do programa, cada estado deverá
apresentar suas demandas ao ministério, com detalhamento sobre a quantidade de pessoas na fila e
os procedimentos
cirúrgicos mais aguardados. Estados aprovados: Até o dia 27 de
abril, o Ministério da Saúde tinha aprovado os planos de 17 unidades da federação: Acre,
Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo,
Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia,
Roraima e Santa Catarina.
No
total, o tamanho da fila declarada por esses estados foi de 566.923 pessoas. Estados pendentes: Ainda
faltam informações sobre a espera por cirurgias eletivas no SUS em 10 estados: oito elaboram os
planos para enviar ao Ministério da Saúde e dois aguardam a análise da pasta,
de acordo com os dados mais atuais.
Até
então, não havia um número exato de pessoas na chamada 'fila do SUS'. O
detalhamento feito pelos estados está ajudando o governo federal a ter uma
noção sobre a espera pelos procedimentos de saúde na rede pública de uma
maneira nacional.
Ainda
em janeiro, o secretário de Atenção Especializada do Ministério da Saúde,
Helvecio Magalhães, afirmou que era "um mistério completo esse número
exato".
Nesta
quinta-feira (27), durante reunião da Comissão Intergestores Tripartite (CIT),
o diretor de programa da mesma secretaria, Aristides Vitorino De Oliveira Neto,
afirmou que o caminho para a redução das filas do SUS "é longo".
"A
gente sabe que [a fila] é ainda maior [que 566 mil]. Existe um esforço para a
gente conseguir captar a totalidade desta fila em todo o território nacional,
em parceria com os estados e municípios", disse.
"O
percurso para que a gente atinja os objetivos é longo, mas a gente está
trilhando, asfaltando essa estrada, para que a gente consiga chegar lá",
afirmou ainda o representante do Ministério da Saúde.
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