O Produto Interno Bruto (PIB), ou seja, a economia cearense vai
continuar apresentando resultados positivos acima do desempenho brasileiro; o
comércio internacional cearense, a exemplo de 2011, manterá o crescimento; as
áreas sociais e de infraestrutura vão ser alvos de investimentos maciços por
parte do Governo estadual, e o superávit primário deverá aumentar R$ 250
milhões de reais. Estas são algumas das expectativas para o Ceará em 2012
esperadas pelo Instituto de Pesquisa e Estratégica Econômica do Ceará (Ipece),
órgão vinculado á Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) do Governo do
Estado.
Uma análise completa da economia cearense e dos
investimentos previstos pelo Governo do Estado para o próximo ano é feita pela
edição especial do Ipece/Informe, nº 22, que tem como título “Perspectivas da
Economia Cearense para 2012”.
O trabalho vai ser lançado (em entrevista coletiva aos meios de comunicação) nesta quarta-feira (28), às 14h30min, no auditório do Ipece/Seplag, no Edifício Seplag, no Centro Administrativo Governador Virgílio Távora, no bairro Cambeba. Uma equipe técnica de 16 membros do Ipece é a responsável pela análise, que tem a coordenação geral do professor Flávio Ataliba, diretor Geral do Instituto.
O trabalho vai ser lançado (em entrevista coletiva aos meios de comunicação) nesta quarta-feira (28), às 14h30min, no auditório do Ipece/Seplag, no Edifício Seplag, no Centro Administrativo Governador Virgílio Távora, no bairro Cambeba. Uma equipe técnica de 16 membros do Ipece é a responsável pela análise, que tem a coordenação geral do professor Flávio Ataliba, diretor Geral do Instituto.
O professor Flávio Ataliba explica que a análise é
feita considerando o comportamento dos principais indicadores dos diversos
setores da atividade econômica assim como o desempenho de alguns indicadores
sociais. Para a construção desse cenário, considerou-se a magnitude das
despesas de investimentos que serão realizados no Ceará, além das perspectivas
dos cenários macroeconômico global e nacional com seus possíveis rebatimentos
locais. No atual cenário mundial – frisa - não é tarefa fácil
fazer projeções acerca do desempenho das economias, devido às incertezas
decorrentes da crise econômica que passam alguns países desenvolvidos (Europa,
Estados Unidos e Japão). Os desdobramentos da crise internacional poderão
afetar a economia brasileira, seja de forma direta, provocando mudanças na
demanda internacional e nos preços dos produtos exportados pelo Brasil, seja de
forma indireta, deteriorando as expectativas dos agentes econômicos e, dessa
forma, adiando as decisões de investimento e consumo.
A economia brasileira – observa o Diretor Geral do
IPECE - já vem sofrendo os efeitos negativos dessa crise, pela redução das
expectativas de crescimento econômico projetadas para 2011. Entretanto, o
Governo Federal vem fazendo um diagnóstico correto do panorama atual e adotando
ações de política monetária e política fiscal, permitindo que o país siga em
sua trajetória de crescimento sustentável. Todas essas medidas, aliadas ao
momento favorável do mercado interno, vão possibilitar que o País possa enfrentar
os efeitos da crise sem incorrer na mesma trajetória recessiva esperada para as
economias desenvolvidas no próximo ano. Portanto, segundo o professor Flávio Ataliba, são
esses pressupostos que estão servindo de orientação para a construção de um
cenário mais provável para economia cearense em 2012, e, com base neles é que
foram elaboradas as análises das principais variáveis econômicas que vão
condicionar a dinâmica econômica estadual, além é claro, das próprias ações do
Estado ora em curso. (Assessoria de Imprensa do Ipece)

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