"Sem o FMI, estamos melhor". A declaração
do presidente boliviano, Evo Morales, durante a abertura de uma conferência
internacional sobre os direitos indígenas na última segunda-feira, em Santa
Cruz de la Sierra, foi apenas sua mais recente crítica ao Fundo Monetário
Internacional.
Em
fevereiro, ele disse que a instituição deveria ressarcir os danos que causou ao
longo de 20 anos de políticas neoliberais na América Latina. As constantes
críticas contrastam com o tom elogioso do último relatório do fundo sobre o
país, que parabeniza a Bolívia por sua boa gestão econômica e pelo rápido
crescimento do PIB (Produto Interno Bruto).

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