Parabéns,
Julinha!
Neste domingo, 2 de junho, entre
familiares e amiguinhos será comemorado o oitavo aninho da pequena Júlia da
Costa Mont´Alverne, que posa na foto entre os pais Emanuela/Alverne. De já,
meus agradecimento a Deus por presentes valiosos como Julinha e, mais
recentemente, seu maninho Guilherme, agora com 4 meses.
Inteligente, meiga e apaixonante, a
pequena aniversariante é o xodó dos avós paternos, Fátima/Meton Mont´Alverne,
e, mais ainda, dos maternos, Socorro e este colunista, que têm de se desdobrar
e dividir o amor e a dedicação com Guilherme. À querida Julinha, nossas bênçãos
e nossas preces ao Pai para que a ilumine e proteja sempre. Que Ele nos dê
sapiência e paciência para cumprirmos fielmente nosso dever de instrumentos de
Deus na caminhada dessa sua filhinha, que está apenas começando a vida. Esteja
sempre nas mãos de Deus, minha doce Julinha! Nossos parabéns!
Mas a estreia como avô ou avó é sempre algo
marcante na vida de qualquer pessoa. No meu caso, foi bem mais especial, porque
naquele 02 de junho de 2011 senti como um amargo retorno a 1990. Só que com um
final feliz nesse segundo encontro com Dr. Pedro Olivar Magalhães, famoso
pediatra, a quem agradeço muito pela atenção e pela comprovada competência.
No primeiro encontro, em 1990, a espera
ansiosa no corredor da Santa Casa de Sobral culminou numa indisfarçável
frustração. Por outro lado, também ensejou o fortalecimento da minha fé em
Deus, a quem entreguei totalmente a situação. E Ele ma devolveu sob controle,
apesar dos pesares.
Antes disso, ocorreu aquele que a gente
classifica como um dos acontecimentos inesquecíveis da nossa vida. Começou com
uma viagem conturbadíssima de 116 Km, de Acaraú (onde eu trabalhei no BB de
1984 a 1990) a Sobral. Numa estrada péssima, eu fui obrigado a trazer às
pressas a esposa já com DPP (Descolamento Prematuro da Placenta), a 12 dias de
ganhar nenê, minha última filha. E mais: tendo de dirigir em estrada péssima,
na buraqueira, e responder à intrigante pergunta da primeira filha (Emanuela),
mãe de Júlia: “Pai, a mãe vai morrer mesmo, vai?”. Também tinha de tentar
acalmar o choro da filha mais nova (Jéssica) e das demais pessoas que estavam
no veículo.
Na Santa Casa ouvi algo que já temia:
trazendo a criança (4,2Kg e 51cm) nos braços, o pediatra Dr. Pedro Olivar disse:
“Fizemos tudo, mas está morta. E a mãe
não está nada bem”. Mas Deus atendeu nossas preces: iluminou a equipe do
Dr. Luiz D´Ascensão de Morais Aquino Jr. e a mãe se salvou. Levantei as mãos
para o céu e agradeci a Deus pela vitória.
Mesmo tendo ficado impedida de gerar,
graças a Ele e aos médicos minha Socorro continua em nosso convívio e com saúde.
Minha eterna gratidão a todos aqueles que nos ajudaram naquela difícil ocasião.
Que Deus lhes pague!
Já em 2011, 23 anos depois, vi-me
novamente num hospital, desta vez na Unimed-Sobral, só que numa situação bem
mais agradável. Ao amanhecer (6h30) do dia 2 de junho, eu me encontrava de novo
num corredor, aguardando outra menininha. Essa me garantiria o status de vovô e
de vovó à minha mulher. Primeiro, foi o perfeito trabalho de parto feito pelo
Dr. Tarciano Granjeiro Teles e sua equipe. Depois, eis que surge no corredor da
Unimed, ao lado de Alverne, pai da recém-nascida, minha neta Julinha nos braços
do Dr. Pedro Olivar. Desta vez, ele disse alegremente: “Eis aqui a moça, vovô Artemísio!” E novamente ergui os braços a
Deus, agradecendo-lhe por mais uma vitória.
Colocando
isso no papel, além do objetivo de continuar externando minha eterna gratidão a
Deus e às pessoas que fazem o Bem, também tenho outros três (objetivos):
1º) Repassar a lição de que, por mais
desesperadora que seja a situação de um pai, de uma mãe, de um (a) avô (ó) ou
de quem quer que seja haverá sempre o Pai bondoso que estende as mãos para nos
ajudar. Depositando nossos problemas, nossa vida nas mãos d´Ele e confiando
firmemente, o que acontecer sempre será o melhor para nós, embora custemos a
entender isso;
2º) Agradecer publicamente mais uma vez
aos falecidos avós paternos de Emanuela, e bisavós de Júlia (meus pais: Gonçalo
e Gerarda). Eles me ensinaram a tomar essa atitude de entregar ao Pai Eterno
situações que pareçam de solução impossível para nós, simples mortais. Mas para
Deus, não. Para Ele tudo é possível;
3º) Que minha netinha Júlia, hoje
completando 8 anos, e mais alguém que algum dia venha a ler essa mensagem,
recebam esse meu testemunho e também aprendam a segurar mais na mão do Pai do
Céu em suas dificuldades aqui na terra.
Sei que no futuro, quando eu não mais
estiver junto dela, certamente minha querida aniversariante Julinha irá lembrar-se
muito do Vovô Artemísio. Mas se fizer o que acabo de aconselhar a todos
(entregar-se nas mãos de Deus, inclusive essa saudade), sentirá apenas uma
saudade gostosa.
Sentirá que o vovô estará espiritualmente sempre por perto,
parabenizando nas vitórias, consolando nas derrotas e lhe ajudando a assimilar
tanto uma como outra, com sabedoria e equilíbrio para que sempre permaneça no
caminho do Bem.
Parabéns e beijos do vô e da vovó Socorro, minha querida Julinha!
DOMINGO NA EDUCADORA AM 950 - SOBRAL-CE
Até amanhã, no Programa Artemísio da Costa na
Educadora AM 950, com notícias, reportagens, curiosidades e música de
qualidade. DESTAQUE:
Participação especial do sanfoneiro massapeense ZÉ DO EGITO, de 12 anos.
Participe: 3611-1550 // 3611-2496 // Facebook: Artemísio da Costa.
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