O parecer também
deve descentralizar a produção, prevendo maior participação dos governos
locais.
A MP tramita em
uma comissão mista do Congresso Nacional. O
relatório será apresentado na quarta-feira (31) pelo relator, deputado
Marangoni (União Brasil-SP). Na sequência será concedida vista aos
parlamentares e a votação ocorrerá na quinta-feira (1º).
As regras
estabelecidas em medidas provisórias têm validade no momento em que são
publicadas no "Diário Oficial da União". Para virarem leis em
definitivo, no entanto, precisam ser aprovadas em até 120 dias no Congresso. A
MP do Minha Casa Minha Vida expira em 16 de junho.
Na avaliação de
parlamentares, a concentração na Caixa Econômica Federal gera burocracia e
engessa o programa.
O parecer vai
propor uma produção descentralizada e uma multiplicidade de agentes financeiros
para tentar dar mais agilidade ao programa.
Até o momento, o
governo não se opôs diretamente à proposta, mas deve resistir a estas mudanças
na votação em plenário ou com vetos do presidente da República, Luiz
Inácio Lula da Silva, no momento da sanção.
Pontos da proposta
ligados à conectividade e à sustentabilidade não deverão sofrer resistência,
porque a regulamentação dessas questões ficará a cargo do governo.
(g1)

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