Com essa redução em
infecções hospitalares, estima-se que o Sistema Único de Saúde (SUS) tenha tido
uma economia de mais de R$ 150 milhões nesse período.
O
projeto Saúde em Nossas Mãos foi desenvolvido pelos hospitais Oswaldo Cruz,
Beneficência Portuguesa de São Paulo, Hospital Albert Einstein, Hospital do
Coração (Hcor), Hospital Moinhos de Vento e Hospital Sírio-Libanês, que
participam do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema
Único de Saúde (Proadi-SUS), do Ministério da Saúde.
A proposta do
projeto é atuar em UTIs brasileiras para reduzir casos de infecção primária de
corrente sanguínea associada a cateter venoso central, pneumonia associada à
ventilação mecânica e infecção do trato urinário associada a cateter vesical.
“O
Saúde em Nossas Mãos é uma iniciativa que gera um movimento de aprendizagem,
onde todos ensinam e todos aprendem e, o principal, aborda medidas de combate
às três principais Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde em UTIs.
Estamos falando de infecções graves causadas por cateteres [venoso central,
ventilação mecânica e vesical], que aumentam morbidade, mortalidade e custos
hospitalares e que podem ser evitadas com medidas eficazes de prevenção”, disse
Claudia Garcia, coordenadora geral do projeto, por meio de nota.
Estimativas apontam
que as infecções relacionadas à assistência à saúde podem causar até 3,5
milhões de mortes a cada ano em todo o mundo. No Brasil,
cada infecção dessa que é evitada ajuda a poupar entre R$ 60 mil e R$ 110 mil.
A meta
do projeto é reduzir essas infecções hospitalares em 50% até o final deste ano.
(Ag.
Brasil)

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