Diz um garoto a outro: “Tudo o que
quero meus pais me dão na hora, sem reclamar”. E completou: “Meu pai tem muito dinheiro sobrando”.
O amiguinho rebateu: “Comigo é diferente. Primeiro meus pais me mostram a situação financeira da família;
explicam o que é supérfluo, orientam-me a pesquisar e pechinchar preços e
economizar logo nas pequenas coisas. Depois é que resolvem se atendem ou não o meu
pedido”.
Pergunto, então: Em qual situação se enquadra seu filho (a)?
No primeiro caso, os pais estão moldando futuros esbanjadores e
fracassados. No segundo, estão formando cidadãos equilibrados e vitoriosos. Esses
últimos repassam em casa ensinamentos que há muito já deveria estar nos currículos
escolares: Educação Financeira (EF).
ALERTA: É dever de todo pai responsável exigir mais das escolas essa
disciplina. Inclusive os que já a divulgam em casa, a fim de que seu filho não
corra o risco de se deseducar em decorrência dos maus hábitos de um coleguinha.
As realidades distintas vividas pelos dois garotos comprovam, e até justificam,
a necessidade de que já se deveria ter implantando a disciplina EDUCAÇÃO FINANCEIRA
nas escolas brasileiras. Exigir isso é um dever.
Enquanto isso não ocorre, que seja ministrada no lar
diariamente e desde a mais tenra idade.
Seja responsável!
Faça sua parte!

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