Uma enorme cicatriz
atravessa o peito de Carlos Bove, um professor uruguaio de 67 anos. Lembrança
deixada por uma cirurgia cardíaca a que acaba de ser submetido. Ele se move lentamente para se levantar da
cama no hospital da Asociación Española, em Montevidéu, porque além dos
problemas cardíacos, também luta há anos contra complicações respiratórias.
Segundo seus médicos, o caso de Bove é
um exemplo das consequências, para o Uruguai, de o país ter sido,
historicamente, um dos maiores consumidores de tabaco da América Latina. Na
virada do milênio, o Uruguai já apresentava o maior índice de casos de câncer
de pulmão da região.
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