terça-feira, 28 de julho de 2015

Um lampião se apagou, outros lampiões ficaram...

veio, então, o 28 de julho de 1938, quinta-feira fatídica para Virgulino Ferreira da Silva (Lampião), sua mulher Maria Bonita e mais nove companheiros. Por outro lado, um dia de muita comemoração para o governo, para a polícia de vários estados e para muitos nordestinos.

Antes do amanhecer, muitos cangaceiros ainda dormiam na Grota do Angico, em Poço Redondo (SE), na margem do rio São Francisco. Apenas Lampião, a mulher e mais alguns estavam de pé. Só não esperavam estar sob a mira das armas de mais de 40 soldados das volantes do Tenente João Bezerra da Silva, do aspirante Francisco Ferreira de Melo e do sargento Aniceto Rodrigues, todos da polícia alagoana.

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