Nem mesmo os recentes relatos de delatores do
esquema de corrupção da Petrobras de que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha,
teria recebido US$ 5 milhões (R$ 17,5 milhões) de propina, fazem os líderes dos
protestos titubearem.
O peemedebista é visto como um aliado na
implementação de um processo de impeachment e por isso deve ser poupado no dia
16. É Cunha quem tem o poder de decidir pôr em votação na Câmara um pedido de
impeachment da presidente.
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