Em
nota, a pasta informou que estão previstos 4,7 milhões de teleatendimentos
psicológicos ao ano, por meio de parceria com a Agência
Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS) e com o Programa de Apoio ao
Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS).
Para
ter acesso ao serviço, as mulheres poderão ser orientadas e encaminhadas por
unidades da atenção primária à saúde, unidades básicas de saúde (UBS) e
serviços da rede de proteção.
A primeira consulta, segundo o ministério, identificará riscos,
rede de apoio e demandas, com articulação junto a serviços de referência.
“A
gente lançou esta semana o teleatendimento como suporte para pessoas que já
estão em situação de compulsão por jogos eletrônicos. E a gente vai construir o
mesmo modelo, mas com arranjos diferentes na relação com a atenção
primária em saúde e na pactuação com estados e municípios”, detalhou o ministro
da Saúde, Alexandre Padilha.
“Ofertar
esse teleatendimento com psiquiatra, psicólogo, assistente social e, em algumas
situações, com terapeuta ocupacional para mulheres – não só aquelas que já
foram vítimas de violência, mas àquelas que estão sinalizando ou que estão em
extrema vulnerabilidade”, completou.
(Ag.
Brasil)

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