A
partir desta segunda-feira (12), apenas os beneficiários do Programa Bolsa
Família e seus dependentes poderão utilizar o serviço de Carta Social, que
permite o envio de correspondências simples por R$ 0,01. Segundo os Correios, a
mudança tem objetivo de facilitar o acesso aos serviços postais às camadas
menos favorecidas da população.
A norma foi definida pelo Ministério das Comunicações em dezembro
do ano passado.
Na ocasião, o ministro Paulo Bernardo explicou que as regras foram alteradas porque o benefício estava sendo usado por pequenas empresas, o que distorcia a finalidade da Carta Social. “Então, fizemos uma restrição no uso, para que ele seja utilizado pelo público para o qual foi idealizado”.
Na ocasião, o ministro Paulo Bernardo explicou que as regras foram alteradas porque o benefício estava sendo usado por pequenas empresas, o que distorcia a finalidade da Carta Social. “Então, fizemos uma restrição no uso, para que ele seja utilizado pelo público para o qual foi idealizado”.
A Carta Social deve ter peso máximo de 10 gramas e o endereço do
remetente e do destinatário devem ser escritos à mão. Um mesmo remetente pode
postar no máximo cinco cartas por dia e a postagem deve ser feita nas agências
dos Correios, mediante a comprovação de que o remetente é titular ou dependente
de titular do Programa Bolsa Família. Antes da mudança, a Carta Social podia
ser utilizada por qualquer pessoa física, desde que o endereçamento fosse
manuscrito e respeitando os mesmos limites de peso e de postagens por dia.
Segundo o Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome
(MDS), o Bolsa Família atende a 13,3 milhões de famílias, com total de 50
milhões de pessoas beneficiadas, considerando os dependentes. (Ag. Brasil)

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