Diante da retomada das negociações em
torno da reforma da Previdência, o desafio do governo passou a ser encontrar um
texto que tenha chances de ser aprovado na Câmara até meados de dezembro, antes
do recesso parlamentar.
Enviada no ano passado ao Congresso, a reforma já foi aprovada por
uma comissão especial da Câmara, mas, diante da falta de consenso entre o
governo e os deputados sobre o texto a ser votado, a proposta ainda patina.
O presidente Michel Temer diz ter "certeza" que a reforma será aprovada ainda neste ano, mesmo que o texto aprovado não
seja 'em todo o conjunto" proposto.
No Congresso, o presidente do
Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), avalia que a proposta foi "mal vendida" à população e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia
(DEM-RJ), afirma que a reforma não avança porque os deputados aliados estão "machucados".
A equipe econômica admite que o
governo terá de colocar em votação uma proposta enxuta., embora não abra mão de alguns pontos, como idade mínima para aposentadoria e equiparação das regras do setor
público com o privado.
Deverão ficar de fora da reforma
trechos mais polêmicos, como mudanças na aposentadoria rural e no pagamento do
Benefício de Prestação Continuada (BPC).
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