sexta-feira, 1 de novembro de 2019

PRIMEIRO PLANO - Prof. Leunam Gomes (*)

O Padre José Castelo de Lima, cearense de Pedra Branca, que estudou nos Seminários da Prainha, em Fortaleza, e com os Franciscanos, em Salvador, foi confessor da Irmã Dulce, hoje Santa Dulce dos Pobres.

Foi o ele o celebrante da missa de comemoração aos cem anos de D. Ana Brasil Barreto Cavalcante, falecida em 2017. Está sepultada em sua cidade natal.















Juarez Leitão, em seu encontro mensal denominado “Tapioca Amiga”, deu destaque aos grandes poetas populares da atualidade.

Lá estiveram: Geraldo Amâncio, Dideus Sales, de Crateús/Aracati, Klévisson Viana, Lucarocas e Tião Simpatia, com excelentes apresentações.

No encontro deste mês, esteve o betanista Abdoral Eufrasino de Pinho, de Poranga. Valdeci Vasconcelos, convidado, já se comprometeu a comparecer ao encontro de novembro.


O meio universitário de Sobral e da zona norte está de luto com o falecimento do Professor Luis Fernando Coelho. Nossas condolências, especialmente, para a viúva Christiane Coelho.

Um deputado federal ameaçar adversários com nova edição de algo similar ao AI5 é totalmente, coerente com as defesas que tem feito da ditadura e de torturadores. Mas é inconstitucional.

A saída para certos administradores é vender o patrimônio coletivo, com a alegação de que não há como manter as instituições sob sua responsabilidade. Pior: sem consulta aos sócios.

Laerte Gomes que está em Fortaleza cuidando da saúde, tem recebido muitos amigos. Dentre eles: Acelino Rego, Nenzinha Oliveira, Vilani, Clodoaldo, Jefesson. Hoje, foi o Padre Assis Rocha.

O Professor Ailton Sampaio, de Ipueiras, depois de participar do Curso de Metodologia do Ensino, em Poranga, está organizando uma turma em sua cidade.

De 21 a 26 de novembro será realizado em Icapuí, na OH Linda Pousada, a 18ª Turma do Curso Intensivo de Educação Biocêntrica. Desta vez, irei participar.

O Prof. Celso Holanda Lima escreve interessante artigo, na página de Literatura Cearense, sobre a concorrência entre a sala de aula e o bebedouro da escola, destino constante dos alunos. Qual a causa?

Tenho a impressão de que, muito brevemente, todos os municípios terão que recorrer a medidas emergenciais para que seus alunos acompanhem o ritmo normal de aprendizagem.

Em 2013 e 2014, fizemos isto em Croatá e deu certo. A experiência de lá está sendo reproduzida, com sucesso, no município de Matões, no Maranhão, com a mesma equipe que atuou em Croatá.

(*) LEUNAM GOMES Ex-aluno dos seminários de Sobral e Olinda, onde concluiu os cursos de Filosofia e Teologia. Professor aposentado da UVA, Mestre em Gestão e Modernização Pública, Radialista, autor dos livros: SEMINÁRIO DE SOBRAL-AD VITAM-65 DECLARAÇÕES DE AMOR, PROFESSOR COM PRAZER é UM HOMEM DE PALAVRA.

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