“O governo vai estimular que estados e municípios possam adquirir esses produtos pelos programas públicos da alimentação escolar”, afirmou. Paulo Teixeira explicou que isso vai representar uma alimentação escolar, por exemplo, com produtos da melhor qualidade.
“Nós estamos só regulamentando
porque percebemos que alguns setores conseguem redirecionar rapidamente
esses programas para outros países”.
Um
dos exemplos que ele citou foi o caso da castanha que deve ser comercializada
para a Europa.
“O mesmo acontece com o café. Não tem café
no mundo hoje, em lugar nenhum, para substituir o produto brasileiro”,
argumentou.
No caso da carne, o
ministro afirmou que o produto pode ser estocado, congelado e
redirecionado.
No entanto, em relação a produtos como mel, açaí, uva e peixes são mais
perecíveis e, por isso, deverão ser absorvidos nos programas nacionais de
compras públicas.
Cadeia produtiva
“O governo vai incluir em todos os seus
editais de compras públicas a aquisição para que não haja perda de alimentos”,
garantiu.
Ele ressaltou que as compras vão proteger os empreendedores diretos e toda a cadeia produtiva. O ministro conta que os exportadores venderão os produtos pelo preço que eles utilizariam no mercado interno. “Certamente o governo não tem como pagar o preço em dólar, que é o preço de exportação. Mas o governo tem como pagar o preço do mercado interno”.
(Ag.
Brasil)

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