De 1996 a 2002, Barchini trabalhou na Coordenação
de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Lá, trabalhou como
assessor da Presidência (1996-1999), assessor do Coordenador-Geral de
Cooperação Internacional (1999-2004), coordenador-geral adjunto de Cooperação
Internacional (2004-2005) e auditor-chefe (2005-2006).
Ele também foi secretário municipal de Relações
Internacionais e Federativas de São Paulo e chefe de gabinete da prefeitura
durante o mandato de Fernando Haddad.
O prazo final para que candidatos deixem seus
cargos públicos é sábado (4). Até lá, Camilo Santana deve anunciar o cargo que
disputará neste ano. Nesta terça-feira (31), Lula terá uma reunião ministerial
para definir quais serão os próximos passos dos ministros que disputarão a
corrida eleitoral. Ele vai aproveitar a ocasião para fazer justamente a
passagem de bastão dos ministérios.
Em seu anúncio, Lula destacou a “confiança” que
Barchini tem do governo e da equipe do Ministério para dar continuidade aos
trabalhos de Camilo Santana.
“Não posso escolher um ministro novo, que não
estava na área, para ele entrar querer fazer um novo projeto. Quem vai ficar no
lugar é alguém que sabe o que está acontecendo naquele ministério para a gente
não inventar nada de novo, porque a gente agora só tem que concluir o que a
gente começou a fazer”, disse.
(Brasil de Fato)

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