O
relatório dedica atenção especial à atuação do secretário de Estado e assessor
de Segurança Nacional dos EUA, Marco Rubio. Segundo a Abin, sua política para a América Latina
tem um componente ideológico e busca “influenciar e reorientar a política
externa dos países da região”.
Na
terça-feira (23), 14 países integrantes do Escudo das Américas, grupo de
governantes de extrema direita da América Latina organizado por Donald Trump,
assinaram um acordo que considera 24 facções narcotraficantes como “ameaças
compartilhadas”, tornando-as alvos de sanções conjuntas. Os grupos criminosos
brasileiros Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) estão
entre os citados.
No
mesmo dia, horas antes, ao abrir a Assembleia Geral da Organização das Nações
Unidas (ONU), Lula defendeu que o Brasil “não subestima o desafio representado
pelo crime organizado”, mas que não pretende “terceirizar a responsabilidade”
de proteger os cidadãos. “O Brasil não cabe no quintal
de ninguém”, completou Lula.
(Brasil
de Fato)

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